Cardápio de 22 e 25 de agosto

O cardápio desta semana começa com uma novidade na Temporada de Sopas, terça-feira 22, vinda diretamente do Oriente Médio: o exótico Kubbeh Hamusta – caldo azedo, com aroma de limão, e bolinhos tipo quibe com massa de sêmola. Para completar, Casbá, a trufa de tâmaras e amêndoas com cacau, água de laranjeira e canela (sem açúcar, sem glúten, sem lactose), uma verdadeira delícia com o sabor do Norte da África.

Para o happy-hour Ora Bolas Food Lab, na sexta-feira 25, começamos pela Índia, fonte de inspiração para o Seekh Keba’ball, saboroso kebab de cordeiro em forma de bolinhas cremosas. Depois partimos para a Itália, terra de origem do Palla Gialla, nossa versão dos  famosos arancini sicilianos. Para finalizar, voltamos à Índia, o mundo mágico das especiarias que enriquecem Goa, nossa trufa de chocolate belga 70%.

TERÇA-FEIRA, 22 DE AGOSTO

Kubbeh Hamusta: o marcante quibe no caldo, tradicional prato dos curdos e judeus do Oriente Médio – R$ 25,00 – porção para duas pessoas (aproximadamente 500 gramas)

Casbá: trufas de tâmara, amêndoas e cacau com água de flor de laranjeira, raspas de laranja e canela, cobertas de cacau (sem açúcar, sem glúten e sem lactose) – R$ 20,00 – porção com 6 unidades.

SEXTA-FEIRA, 25 DE AGOSTO

Seekh Keba’ball: cremosas “bolinhas-patê” de carne de cordeiro e especiarias para comer com pão pita ou chapati. Acompanha molho de iogurte – R$ 40,00 – porção com 200 gramas;

Palla Gialla: bolinho de risoto de açafrão recheado com mussarela de búfala – R$ 35,00 – porção de 250 gramas;

Goa Noir: trufas de chocolate belga 70% cacau com cardamomo e café cobertas com pistache crocante – R$ 20,00 – porção com 6 bolinhos.

Os bolinhos são entregues prontos para consumo, basta aquecê-los na hora de servir. Cada porção é suficiente para duas pessoas petiscarem. Em geral, as três opções juntas podem render uma refeição para duas pessoas.

Sobre as formas de pedido: você pode pedir pelo WhatsApp (48 99127-0099), e-mail pedidos@orabolasfoodlab.com e Facebook Messenger.

Lembramos que o pedido da sopa deve ser feito até segunda à noite, e do cardápio de sexta até quarta-feira de manhã, e ao fazê-lo deve ser indicada a quantidade de porções e a forma de entrega – ponto de retirada ou delivery.

Bom apetite!

Kubbeh Hamusta

Kubbeh Hamusta

O quibe no caldo, tradicional prato dos curdos e judeus do Oriente Médio

Ingredientes: caldo de frango, carne moída, sêmola, farinha de trigo, aipo, acelga, abobrinha, cebola, alho, limão siciliano, pimenta jamaica, pimenta do reino e sal

Saiba mais…

Quibe, em árabe, significa “a forma de uma bola”. Assim é uma das versões mais conhecidas no Ocidente, considerada o prato nacional da Síria e do Líbano: carne moída e trigo formam um invólucro para o recheio de carne, temperos adocicados e pinoli, no formato esférico, frito por imersão. Mas, como quase toda comida típica, existe uma infinidade de receitas, formatos e formas de preparo, dependendo da região – do Iraque ao Egito, quibe está entre as comidas mais populares.

Na culinária judia do Curdistão, do Iraque, da Síria e da Turquia, por exemplo, há uma série de quibes cujo invólucro é preparado com semolina ou farelo de arroz, e que são cozidos em caldos. O sistema diferenciado tem origem nas dificuldades encontradas antigamente para comprar e armazenar carne. No Curdistão, quando havia a rara oportunidade de comprar carne, era adquirido um animal inteiro e, para não desperdiçar nenhuma parte, ele era cozido lentamente em pedaços enormes. No final, era adicionado aipo e então tudo era moído e estocado em um lugar bem seco por meses. Quando havia necessidade, era usada para rechear o quibe e preparar sopas.

Em Jerusalém, essa variedade, considerada um prato étnico judeu típico, ganhou fama de reconfortante e se popularizou entre os restaurantes simples da cidade. A versão escolhida pelo Ora Bolas Food Lab é o hamusta verde, um caldo forte e ácido (outra característica típica de Jerusalém) de frango e limão, com acelga, aipo, abobrinha e alho.

No Kubbeh Hamusta, o sabor suave, porém marcante, dos bolinhos combina perfeitamente com o gosto acre do caldo. A massinha de semolina que envolve o recheio – temperado com aipo e pimenta-da-jamaica – é macia, porém mais espessa que a dos bolinhos asiáticos, o que lhe dá uma agradável textura ao ser comido. Quer provar?

Fonte: Ottolenghi, Yottam e Tamimi, Sami. Jerusalém; tradução Eni Rodrigues – 1ª edição – São Paulo – 2012.; NPR

Voltar ao cardápio