Cardápio de 20 e 23 de fevereiro

O Ora Bolas Food Lab retoma suas atividades em 2018 com alguns de seus clássicos. Na terça-feira, 20, dia de pensar “Fora da Bolinha” (linha de antepastos), o cardápio é Coalhada Seca e Homus, duas delícias típicas do Oriente Médio que conquistaram todo o mundo, além da Casbá, a deliciosa e saudável trufa de tâmaras e amêndoas inspiradas em doces do Norte da África. Na sexta-feira, 23, bolinhas vão rolar: Pub, as suculentas almôndegas recheadas de queijo reino envoltas em saboroso molho de cerveja Stout e shiitake; Verde Índia, os picantes bolinhos indianos de espinafre e pimenta verde; Bola 8, as irresistíveis trufas de chocolate belga meio amargo. Afrouxem os cintos e embarquem conosco nesta fantástica viagem pelo mundo dos aromas e sabores que recomeça hoje.

TERÇA-FEIRA, 20/2

Coalhada Seca: tradicional pasta árabe que agrada a todos pela suavidade de seu sabor e de sua consistência – R$ 7,00 – 150 ml;

Homus: típica pasta árabe de grão-de-bico, tahine e alho – R$ 10,00 – 150 ml;

Casbá: trufas de tâmara, amêndoas e cacau com água de flor de laranjeira, raspas de laranja e canela, cobertas de cacau (sem açúcar, sem glúten e sem lactose) – R$ 20,00 – porção com 6 unidades.

SEXTA-FEIRA, 23/2

Pub: suculentas almôndegas de carne bovina (raça britânica) envolvidas em molho Stout de shiitake – R$ 45 – porção de aproximadamente 300g;

Verde Índia: bolinhas de espinafre, gengibre, pimenta verde e especiarias; acompanha molho de iogurte – R$ 20,00 – porção de aproximadamente 200g;

Bola 8: trufas de chocolate meio amargo belga – R$ 18 – porção com 6 bolinhas.

Os bolinhos são entregues prontos para consumo, basta aquecê-los na hora de servir. Cada porção é suficiente para duas pessoas petiscarem. Em geral, as três opções juntas podem render uma refeição para duas pessoas.

Sobre as formas de pedido: você pode pedir pelo WhatsApp (48 99127-0099), e-mail pedidos@orabolasfoodlab.com e Facebook Messenger.

Lembramos que o pedido de antepastos deve ser feito até segunda à noite, e de bolinhas até quarta-feira de manhã; e ao fazê-lo deve ser indicada a quantidade de porções e a forma de entrega – ponto de retirada ou delivery.

Homus

Homus

Típica pasta árabe de grão-de-bico. Na foto, decorada com cebolinha e páprica picante

Ingredientes: grão-de-bico, tahine (pasta de gergelim), alho, suco de limão e sal

Mais informações…

Questões sobre a origem de um prato ou qual é a melhor receita costumam gerar discussões acaloradas. Principalmente se você estiver no Oriente Médio e a iguaria em debate for o homus. Essa milenar pasta de grão-de-bico com tahine é tanto um item básico na cozinha dos palestinos quanto uma comida tradicional na mesa dos judeus. Mas quem pode reclamar o homus como seu? Para os chefs Yotam Ottolengui e Sami Tamimi, ninguém. “Ninguém é ‘dono’ de um prato, porque provavelmente alguém o preparou antes dele, assim como outra pessoa antes daquela”, afirmam em seu livro “Jerusalém”.

As pesquisas que costumamos fazer sobre a origem de alguns pratos, as histórias e curiosidades ligadas a eles nos levam à mesma conclusão de Ottolengui e Tamimi: as culturas culinárias são misturadas e fundidas de uma forma que não se consegue descobrir a origem exata. Assim como eles relatam, normalmente acabamos descobrindo vários pratos muito semelhantes, com os mesmos ingredientes básicos, mas resultados ligeiramente diferentes. Por milênios, imigrantes, ocupantes, visitantes e mercadores trazem e levam comidas e receitas, e nada indica que isso mudará algum dia.

Uma das hipóteses mais aceitas – mas não sem rejeições baseadas até mesmo em livros sagrados – é de que o homus foi criado pelos árabes egípcios ou pelos levantinos (habitantes de uma região que hoje compreende Síria, Jordânia, Israel, Palestina, Líbano e Chipre). O que é fato é que as primeiras receitas conhecidas de um prato semelhante a hummus bi tahina (literalmente grão-de-bico com tahine em árabe) estão registradas em livros de culinária publicados no Cairo no século XIII.

Agora que deixamos o caso da origem de lado, fica a pergunta: quem faz o melhor homus? Ora bolas, isso é questão de gosto, e gosto não se discute – mas se comenta e pode render uma boa conversa entre amigos. Liso e aerado, ou robusto e picante? Morno ou temperatura ambiente? Mais ou menos tahine? Mais ou menos alho? Mais ou menos limão? Puro ou com páprica?

Na verdade, o que importa mesmo é ter um homus na mesa para chamar de seu. Mesmo que seja o meu!

Fonte: Wikipedia; Ottolenghi, Yottam e Tamimi, Sami. Jerusalém; tradução Eni Rodrigues – 1ª edição – São Paulo – 2012.

Avant-première na inauguração do Studio Giannoni

Após um curto recesso, nesta terça-feira, 17, apresentamos nossa nova linha de produtos: “Fora da bolinha”. São antepastos como pastinhas, patês e outras iguarias ideais para serem degustadas com uma fatia de pão artesanal, e que mantém a proposta fundamental do Ora Bolas Food Lab – apresentar a multiplicidade de sabores e aromas que compõem a gastronomia mundial, das especiarias mais simples e comuns às mais nobres e raras, baseado em receitas típicas de vários países.

As primeiras receitas, a entrarem no cardápio semanal a partir da semana que vem, farão parte do coquetel de inauguração do Studio Giannoni, um espaço para artigos autorais, como roupas, acessórios e arte, e para cursos de moda e co-sewing (Av. Madre Benvenuta, 1357, loja 5 do Comercial Rubik). A abertura ocorre nesta terça, 17, das 18h às 21h, e quem comparecer vai poder provar, além dos bolinhos salgados Mujadarah, Filfil e Jerusalém, e doces Goa Noir e Ghriba, cinco pastinhas:

Coalhada seca: tradicional pasta árabe que agrada a todos pela suavidade de seu sabor e de sua consistência;
Homus: típica pasta árabe de grão-de-bico;
Chutney de coentro: pasta indiana agridoce picante;
Carmesim: pasta agridoce picante com beterraba e zaatar, mistura muito apreciada em Jerusalém;
Matbucha: pasta picante com tomates e pimentões tradicional do Marrocos, muito popular também em Jerusalém.